“Como funciona uma empresa de transporte?”

“17/10/2019] [12:36]

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Ao subir em um ônibus e validar a passagem, o usuário está na ponta final do serviço de transporte, que consiste em levá-lo de um local ao outro, conforme um itinerário previamente definido por meio de uma autorização do poder público para que as empresas realizem esse trabalho. Antes disso, no entanto, diversas áreas trabalham para que isso se efetive, de fato, e acompanham cada veículo em tempo real.

PODCAST: Proprietário da Leblon Transporte de Passageiros, que opera 120 ônibus em diversas linhas da Região Metropolitana de Curitiba como Fazenda/Pinheirinho, Fazenda/CIC e o Ligeirinho Curitiba/Fazenda conta como é a operação por trás da catraca. Ouça agora:

Ao todo, são 18 empresas que atuam no transporte metropolitano, sendo responsáveis pelo transporte de mais de 400 mil passageiros por dia entre as cidades da Região Metropolitana de Curitiba. Cada uma das companhias responde por um determinado número de linhas, atendendo as especificações (horários e frequência) estabelecidas pela Coordenação da Região Metropolitana (Comec).

Cada vez mais, a tecnologia se torna uma aliada para oferecer um serviço de qualidade ao usuário. A Metrocard, que opera veículos de linhas intermunicipais de Curitiba e Região Metropolitana, responde por um sistema com 262 linhas, 100% delas monitoradas em tempo real, com mais de 70% de pontualidade nas partidas e chegadas. Por mês, são 5 milhões de quilômetros produtivos (transportando passageiros) com uma velocidade média de 25,7 km/h. Ao todo, são mais de 505 mil clientes cadastrados.

As 7 coordenadorias de uma empresa

Proprietário da Leblon Transporte de Passageiros, que opera 120 ônibus em diversas linhas como Fazenda/Pinheirinho, Fazenda/CIC e o Ligeirinho Curitiba/Fazenda, Haroldo Isaak conta que opera sem uma margem de lucro definida. “A margem das empresas é a busca da redução de custos da planilha homologada pelo poder público”, explica. Por isso, quanto mais eficiente for uma empresa, melhores serão os seus resultados.

Nesse contexto, cada companhia se organiza em prol da redução de custos e da melhor maneira de atender as obrigações de cada linha – além de tentar superar as adversidades, como a falta de infraestrutura de rodovias entre as cidades, a falta de infraestrutura viária em muitos pontos e a violência urbana.
Segundo Isaak, a Leblon se divide em sete diferentes coordenadorias em prol dos melhores resultados: (1) Operação; (2) Manutenção; (3) Suprimentos; (4) Administração; (5) Recursos Humanos; (6) Tecnologia e Informação; e, por fim, (7) Qualidade e Gestão Ambiental (confira o infográfico).

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