Rompimento de barragem em Brumadinho destruiu 269 hectares de mata

Maior parte da área devastada era vegetação nativa de Mata AtlânticaManoel Ventura30/01/2019 – 20:49 / Atualizado em 30/01/2019 – 20:50

Devastação causada por rompimento de barragem da Vale em Brumadinho Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo
Devastação causada por rompimento de barragem da Vale em Brumadinho Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo

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BRASÍLIA — O rompimento da barragem de minérios da Vale emBrumadinho (MG) destruiu pelo menos 269,84 hectares de matapor onde a lama passou. Os dados divulgados nesta quarta-feira pelo Ibama foram obtidos por meio de imagens de satélite. Um hectare equivale ao tamanho de um campo de futebol. RECEBA AS NEWSLETTERS DO GLOBO:CADASTRARJá recebe a newsletter diária? Veja mais opções

Análise realizada pelo Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) do Ibama aponta que os rejeitos de mineração devastaram 133,27 hectares de vegetação nativa de Mata Atlântica e 70,65 hectares de Áreas de Proteção Permanente (APP) ao longo de cursos d’água afetados pelos rejeitos de mineração.

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A análise foi realizada no trecho da barragem da mina Córrego do Feijão até a confluência com o rio Paraopeba.

Foram comparadas imagens de satélite obtidas dois dias após o rompimento com imagens de 3 e 7 dias antes da catástrofe. A área afetada pelos rejeitos nas margens do rio Paraopeba não foi estimada até o momento em razão de nuvens nas imagens de satélite, segundo o Ibama.

O Ibama prepara um laudo técnico com a avaliação preliminar sobre os impactos ambientais causados pelo rompimento da barragem em Brumadinho. Os mapas produzidos serão encaminhados para os órgãos envolvidos na resposta ao desastre.

VEJA O RASTRO DA LAMA EM BRUMADINHOImagens de satélite mostram a nova geografia da região após o desastreImagens obtidas pelo satélite Pléiades, da Airbus, antes e depois da tragédia, revelam a extensão dos danos provocados pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG) na última sexta-feira.AntesA primeira imagem é do dia 18 de janeiro, exatamente uma semana antes do desastre. A segunda imagem foi obtida no domingo.DepoisApesar da grande quantidade de nuvens, é possível identificar o caminho percorrido pela lama de rejeitos. As comunidades e a área administrativa da Vale, que foram soterradas, também ficam nítidas nas imagens.Fonte: Pléiades © CNES 2019, Distribution Airbus DS

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